Allamand falou sobre as profundas diferenças políticas e ideológicas existentes atualmente na Ibero-América. No entanto, destacou que é necessário avançar e não permitir que essas divergências se traduzam em paralisia. “É preciso separar a política e a ideologia da cooperación”, afirmou. Como exemplo, mencionou os avanços dos 22 países na implementação da Carta Digital e o trabalho contínuo dos mais de 30 programas de cooperación e das 30 redes registradas. “Se a Ibero-América atuar unida, pode sim ter influência”, concluiu.
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